Projeto VI e VII

quinta-feira, julho 7, 2011 Deixe um comentário

* Descrição Geral da Aplicação:

Visão:
Oferecer um ambiente de aprendizado / atualização sobre informática / computação.

Features
Tirar dúvidas, possibilitar o aprendizado através da colaboração coletiva utilizando blog, e-mails, foruns de discussão, video aulas. Informar sobre novas tecnologias na area de computação e possibilitar a interação entre os usuários.

Valor oferecido aos clientes
Conhecimento sobre informática / computação, interação com vários usuários.

Tipos de clientes

Estudantes, professores, interessados em obter conhecimento sobre informática / computação.

Canais de comunicação

Blog, e-mail, fórum de discussão, video aula.

* Ferramenta ou Ambiente de Desenvolvimento usado

Groupsites são uma nova classe de websites que possibilitam as pessoas trabalharem juntos e fazerem as coisas acontecerem, combinando ferramentas como blogs, software de colaboração e redes sociais.
Apssocial é um site público que oferece a seus membros calendários compartilhados, fóruns de discussão, perfil dos membros, galerias de fotos, armazenamento de arquivos e muito mais. Crie seu perfil e comece a compartilhar!

* Plano de desenvolvimento ágil adotado (Scrumy)

Entra >>> http://scrumy.com/Apssocial2011
Sai >>> http://scrumy.com/copsing94spent

* Estratégia de lançamento no mercado e monetarização

Após a conclusão do plano de contéudo da aplicação (vídeos, artigos, blogs dos usuários…) a aplicação deve ser divulgada entre os alunos do curso de Sistemas de Informação, como forma de obter uma visão crítica de usuários. Feitos os refinamentos, divulgaremos a aplicação em redes como o Twitter e o Facebook.

A monetarização será realizada através da prospecção de anunciantes, interessados em expor sua marca e também contribuir com o viés colaborativo da aplicação. Estes parceiros devem promover a difusão de informação técnica, através da participação nos fóruns e divulgação de especificações de seus produtos.

Aprendendendo com a Comunidade

quarta-feira, julho 6, 2011 Deixe um comentário

Aqui estão disponibilizados:

  • Projeto VII – Apresentação realizada em 13.06.2011 e 27.06.2011
  • Atividades desenvolvidas demonstradas no Scrumy:

http://scrumy.com/Apssocial2011

  • Aplicação em desenvolvimento, baseada na ferramenta GroupSite:

http://appsocial.groupsite.com/main/summary

BH é a cidade mais digital do Brasil, segundo ranking

Belo Horizonte (MG) foi considerada a cidade mais digital do Brasil em um índice que mediu o uso da Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC) em 75 municípios brasileiros. De acordo com o “Índice Brasil de Cidades Digitais”, realizado pela primeira vez pela Momento Editorial, em parceria com a instituição CPqD, Curitiba (PR) ficou na segunda posição, seguida por Porto Alegre (RS) .

Pequenos municípios, como Ibirapuitã (pouco mais de 4 mil habitantes), no interior do Rio Grande do Sul, Tarumã (cerca de 13 mil habitantes), no estado de São Paulo, e Tauá (55 mil habitantes), no interior do Ceará, também estão bem posicionados no ranking – entre os dez primeiros.

Para medir o nível de digitalização das no Brasil, o CPqD criou um questionário de 15 perguntas formuladas a partir de critérios relacionados à infraestrutura tecnológica – equipamentos, cobertura geográfica –, disponibilidade de serviços digitais e recursos de acessibilidade – para pessoas com deficiências físicas ou analfabetas.

O questionário foi respondido por cem municípios, de todas as regiões do Brasil. Desse total, 75 foram validados após checagem dos dados e seu cruzamento com informações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e do IBGE.

“Ainda falta muito para que as cidades brasileiras alcancem o nível de digitalização plena. Mas, com iniciativas simples como a ampliação da quantidade de aplicações e serviços”, afirma Lia Ribeiro Dias, diretora da Momento Editorial.

Confira as cidades mais digitais da pesquisa:

1.º – Belo Horizonte (MG);

2.º – Curitiba (PR);

3.º – Porto Alegre (RS);

4.º – Vitória (ES);

5.º – Ibirapuitã (RS):

5.º – Jundiaí (SP);

6.º – Campinas (SP);

7.º – Santos (SP);

7.º – São Carlos (SP);

8.º – Tarumã (SP);

9.º – São Paulo (SP);

10.º – Tauá (CE).

Noticia do Portal G1: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/06/belo-horizonte-e-cidade-mais-digital-do-brasil-segundo-ranking.html

Indice Brasil de Digitalizacao na pagina do CPQD: http://www.cpqd.com.br/imprensa-e-eventos/cpqd-em-eventos/5526-cpqd-e-momento-editorial-divulgam-o-indice-brasil-de-cidades-digitais.html

Projeto VI

segunda-feira, junho 13, 2011 Deixe um comentário

Tarefa A
 

EMPRESA 0.0

 

• Baseada em comando e controle
• Hierárquica
• Baseada em autoridade
• Baixo custo de integração
• Alto custo de produção
• Alto grau de controle, fechada
• Baixa variabilidade, flexibilidade
• TI centralizado
• BD corporativos
• Sistemas isolados
• Main Frame

Características:

 

Pouca variabialidade de automóveis e de itens opcionais

Empresa com setores bem definidos

Pouco ou nenhuma divulgação da marca (marketing)

Alto grau de centralização, só a alta hierarquia tem acesso a informações gerais sobre a empresa

TI centralizado gerando menos gastos com treinamento

Exemplos (Principais Empresas):

 

 

FIAT

 

 

 

VOLKSWAGEN

EMPRESA 1.0

 

• Baseada em delegação
• Hierarquia achatada e distribuída
• Ágil e dinâmica
• Baseada em especialização
• Baixo custo de produção
• Alto custo de integração
• Outsourcing
• Inserida na globalização
• TI distribuídos
• Redes corporativas
• BD distribuídos
• EAI
• Processos na Internet

Características:

 

Maior número de modelos de automóvel

Mais itens opcionais, resultando

numa maior variabilidade de cores, estilos e tamanhos

Maior disseminação da informação entre funcionários

Internet é utilizada para vendas e SAC

Marketing nos meios de comunicação de massa (TV e rádio)

Diminuição dos custos com a terceirização, e crescimento da possbilidade de lucros

 

 

 

GM

 

 

 

TOYOTA

 

 

 

FERRARI

 

 

 

CHRYSLER

EMPRESA 2.0

 

• Baseada em colaboração
• Contribuída pelo cliente usuário
• Aberta, transparente
• Conectada
• Flexível, adaptável
• Baseada em talentos
• Tudo em outsourcing
• Arquitetura orientada a Serviços – SOA
• TI de integração
• Web Services
• Sistemas de Gerência de Processos de Negócios
• Web 2.0, software social

 

Características:

 

Escolha, montagem e venda de veículos pela internet, flexibilizando vários processos

Maior troca de informação com clientes, tais como feedback e pesquisa de satisfação.

Marketing em todos meios de comunicação.

Terceirização plena

Logística entre fornecedores, franquias e clientes, num processo integrativo característico do SOA.

Disseminação do conhecimento entre estrutura e setores da empresa e entre funcionários

 

 

 

 

BMW

 

 

FORD

 

 

“NOVA” FIAT

 

 

Tarefa C: Como a empresa interage com os clientes

domingo, junho 12, 2011 Deixe um comentário
Produtor/fornecedor Livraria na internet Consumidor
Idéia do produto Redação(livros), edição e fabricação dos demais produtos ofertados Disponibilizar as vê vendas de forma eletrônica de forma que os consumidores possam ter acesso aos produtos sem terem que ir à loja física. Sugestões de novos produtos, críticas e avaliação dos produtos para melhorias dos mesmos.
Produção Fabricação\impressão, edição Para evitar desperdício será necessário analisar as preferências dos clientes. Reserva de produtos desejados
Contribuição Embalagens, facilidade de entrega. Uso de catálogo com os produtos, fazer cadastro dos clientes. Avaliação dos produtos e serviços realizados pela livraria.
Oferta Disponibilidade de variados produtos e a possibilidade de encomenda Possibilidade de compra online de maneira ágil e fácil. Facilidade de escolha do produto e forma de pagamento.
Marketing Produtos personalizados para públicos variados e divulgação dos mesmos através de diversas midias. Propaganda, promoções bem divulgadas, brindes. Avaliação dos produtos ou serviços, sugestão de melhorias.
Coordenação Controle de estoque para atender à demanda. Avaliar a opinião do consumidor para promover melhorias. Variedade de produtos com qualidade garatida.
Aceite de Oferta Verificar disponibilidade do produto e a demanda. Caso não haja o produto em estoque informar através de mensagem a indisponibilidade do mesmo. Garantir que o seja enviado o produto correto ao cliente.
Entrega Envio do produto. Acompanhamento online do pedido. Confirmar pagamento e realizar entrega.

Tarefa B

sexta-feira, junho 10, 2011 7 comentários

Livraria 2.0 – TI e Outdoor

Este é o modelo de negócio construído no BMDesigner (www.bmdesigner.com).

http://bmdesigner.com/explore/embed/2850/Livraria_2.0_-_Ti_e_Outdoor?fg=ffffff&bg=00a0c6

Livraria 2.0 – Ti e Outdoor
Proposição deValores Envolver profissionais de TI, apreciadores de atividades outdoor, interessados em publicações e produtos das duas áreas.
Clientes Alvo Profissionais de TI apreciadores de atividades outdoor de todo o mundo.
Canais de Distribuição Website; Blog: Webcasts; Redes Sociais: twitter, facebook, youtube;
Relações comClientes Comentários no blog e página dos produtos; Participação nas transmissões de webcasts.
Configuração dos Valores Desenvolvimento de Site (e-commerce embutido); Suporte a transmissões online; Gerenciamento e harmonização de redes sociais.
Rede de Parceiros Editoras da área de TI; Editoras da área de atividades outdoor; Sites especializados em atividades outdoor.
Capacidades Essenciais Reunir resenhas de publicações mais recentes no mercado; Manter boas colunas de TI e Outdoor; Criar webcasts periódicos envolvendo as duas áreas.
Fluxos de Rendimento Faturamento da Livraria; Patrocinio obtido junto aos parceiros.
Estrutura de Custos Manutenção da estrutura online; Remuneração de colunistas; Arrecadação e despesas da empresa.

Compartilhadores e Agregadores de Notícias: de amadores a profissionais

segunda-feira, maio 30, 2011 Deixe um comentário

Após as apresentações em sala de aula, os grupos da disciplina estão alimentando um artigo colaborativo sobre agregadores, na rede Peabirus:

http://peabirus.com.br/redes/form/post?topico_id=19952

À medida que os integrantes deste blog efetuarem suas postagens, sobre a ferramenta Bloglines, colocaremos os links abaixo:

http://peabirus.com.br/redes/form/visualizar?pub_id=88314
http://peabirus.com.br/redes/form/visualizar?pub_id=88606

Agregador RSS: Bloglines

segunda-feira, maio 30, 2011 Deixe um comentário

Apresentação sucinta sobre a ferramenta.


Acesse a ferramenta: www.bloglines.com

Wiki do Grupo

quinta-feira, maio 12, 2011 2 comentários

Os grupos da disciplina neste semestre estão colaborando para a construção de um ambiente Wiki. O endereço da nossa área é: http://asswiki.aforja.net/index.php?title=Grupo_H

Visite!

Síntese e Captura de Notícias – Solange Teixeira

terça-feira, maio 10, 2011 Deixe um comentário

No final, WOA é apenas mais uma forma de construir aplicações orientadas a serviços e terá de co-existir como parte de uma SOA empresa maior. SOA governance practices and tools will necessarily need to evolve to accommodate WOA and adapt to reflect the benefits that REST and WOA bring. práticas de governança SOA e ferramentas necessariamente precisam evoluir para acomodar WOA e adaptar-se a reflectir os benefícios que a REST e WOA trazer.

SOA será sempre uma abordagem que leva aarquitecturas mais ágil e eficiente. Em outras palavras, SOA serásempre sistêmica para fazer uma boa arquitetura, que seráindependente da evolução das tecnologias de ir para a frente,incluindo computação em nuvem.

Essencialmente, WOA descreve um conjunto de protocolos da internet como HTTP e XML simples como, escalável e interoperável de serviços da Web abordagem mais dinâmica. A única diferença real entre SOA tradicional eo conceito de WOA é que WOA defensoresREST , um popular, poderosa, e cada vez mais simples método de alavancar o HTTP como um serviço da Web em seu próprio direito (e cuidadosamente concebido pelo co-criador do HTTP, Roy Fielding).

A influência da WOA não pode ser subestimada. Os arquitetos de software estão de olho nos dados de serviços orientados à web. O tradicional SOA ainda é importante para muitas organizações, mas as tendências apontam claramente para uma disponibilidade mais profunda dos componentes de serviços web. E com isso vem um volume crescente de aplicações que podem ser desenvolvidas.

É interessante que, na prática, os projetos de SOA real, vemos que WSDL é na verdade um contrato de serviço incompleto. WSDL não tem informação semântica (por exemplo, sobre esquemas de metadados). Começando com um esquema anotado por exemplo, irá dar-lhe mais do que apenas os metadados do WSDL. E para domínios de dados muito complexos, muitas vezes, começar com um modelo UML, então, gerar esquemas, restringindo o modelo.O modelo de domínio ainda mais a definição de metadados e formal.

Síntese e captura de notícias – Douglas Brito

terça-feira, maio 10, 2011 Deixe um comentário

Seleção de notícias sobre o tema: Arquiteturas SOA – WOA – REST

Este texto, postado por Márcio, fala sobre o surgimento da arquitetura REST, dando uma noção sobre como ela é utilizada e em que é baseada. Aborda também a evolução pela qual a web vem passando, tornando-se cada vez mais abrangente e complexa, com a ajuda de web services que fizeram seu conteúdo ficar mais rico e multimídia, com intrudução de imagens, áudios e vídeos.

Anne Thomas Manes diz que SOA está morta. Fala sobre as empresas que investiram em SOA e obtiveram um retorno negativo: gastando mais do que antes, sem o retorno esperando. O que ele diz a esse respeito é que SOA não está morta, ela precisa fazer parte de algo maior. As empresas não podem somente investir em SOA e esperar que tudo vai melhorar. É preciso uma mudança em toda a área de TI, SOA deve ser um agente transformador e estar inserida em uma grande transformação do TI da empresa para que seja obtido o retorno esperado.

A Oracle lança o Oracle Enterprise Gateway 11g. É um gateway que promete melhorar a segurança no ambiente SOA e Cloud Computing. O produto oferece também suporte para transporte ultra rápido de arquivos XML, o que reduz os custos de integração entre os sistemas hipermídia. Com várias vantagens, dentre elas segurança e rapidez, a Oracle é a unica empresa fornecedora de SOA a oferecer recursos que reduzem e identificam ameaças, melhoram a conexão e diminuem os custos nos ambientes SOA.

Apresenta SOA e mostra como ela pode ser implementada.

Características de WOA e de como foi formada.

Simpósio realizado no dia 28 de abril de 2011 sobre SOA E Cloud Computing.

Síntese e captura de notícias – Rafael Magalhães

segunda-feira, maio 9, 2011 Deixe um comentário

Seleção de notícias sobre o tema: Arquiteturas SOA – WOA – REST

Dica sobre a nova prática: o cache distribuído em um aplicativo SOA para uma melhor eficiência em novos níveis de escalabilidade. A partir da ótica do especialista em tecnologia Iqbal Khan.

Criação de novas plataformas de arquitetura SOA para computação na nuvem. Achado no site de uma empresa que cria soluções para o SOA.

Artigo de opinão que cita vantagens e desvantagens do da Arquitetura SOA em sistemas ERP. Encontrado num site que cria soluções baseadas na plataforma web.

Mostra como criar um sistema de registros baseado em SOA para facilitar o controle através de um sistema de gerenciamento de serviços. Encontrado no site da Microsoft.Trata-se de um sistema de gerenciamento de identidades de serviços. Além de dar a cada serviço uma identidade única, um registro pode categorizar serviços de acordo com uma taxonomia personalizada da organização. Registro SOA também armazenam a configuração do serviço e rastreia as dependências dos serviços de outros serviços. Finalmente, um registro armazena diretivas e associadas a diretivas para que os comportamentos adequados do tempo de desenho e aquele do tempo de execução do serviço possam ser documentados.

Essa notícia fala sobre o crescimento da utilização da arquitetura SOA no Brasil. Um jornal periódico que fala sobre notícias da área de informática e T.I.

Essa reportagem aborda os motivos que fizeram a arquitetura SOA impulsionar tanto no Brasil, e alguns desses motivos é que principalmente é que o SOA é uma plataforma conceitual, permitindo a utilização de plataformas já existentes no sistema, permitindo a implementação gradativa para reorganizar departamentos, facilitar a rotina de busca, definindo e gerenciando serviços disponibilizados para a criação de processos.

Notícia de uma revista especializada em computação, que fala sobre necessidade ou não de melhorias em segurança para empresas que buscam a utilização da arquitetura SOA.

Primeiramente é necessário definir os aspectos dos projetos de implantação, pois há um conjunto de pré-requisitos para usar como base para política de implantação e proteção da SOA. Uma boa alternativa barata, simples e eficiente é utilização de uma VPN com dois níveis de gerenciamento de identidade, é interessante também a criação de sistemas de proteção que não requeiram configuração ou códigos muito específicos.

Produção: Presente e Futuro do SOA

Através das notícias recebidas, parece óbvia a não extinção do SOA, conforme se mostra em diversas fontes. Principalmente após a recessão americana no final de 2009, as empresas se viram na necessidade de cortar gastos para essas iniciativas. E com isso ficou-se certificado que o fracasso do SOA é trágico para as indústrias de TI, As empresas necessitam desesperadamente fazer melhores arquiteturas para seus portfólios de aplicações.

Orientação a Serviço é uma condição para integração rápida de dados e processos de negócios, isso permite a situação dos modelos de desenvolvimento, tais como mashups, e é fundador da arquitetura para Saas e cloud computing.

Embora o termo “SOA” esteja cada vez menos seja utilizada, a exigência da arquitetura orientada a serviços está muito forte. O que deu de errado na verdade conforme visualizei nas notícias, é a falta de arquitetos de software qualificados que entendem SOA, a afirmação que SOA é a “salvação para todos os males de T.I” e grandes empresas de consultoria focando mais em táticas e horas faturáveis do que resultados.

O futuro do SOA, é cada vez mais voltado para colaboração, junto com a crescente utilização de plataformas sociais, para poder estar em contato com o maior número de fontes, tornando o desenvolvimento mais coerente, o que não vem acontecendo por parte das grandes empresas, já que ainda há ainda um “gap”. A grande dificuldade é a web 2.0 ser um tanto quanto caótica do ponto de visto de disposição das informações, e então será necessária um processo transitivo das empresas na web 3.0 para o crescimento das arquiteturas.

Síntese e captura de notícias – Vinícius Mundim

Seleção de notícias sobre o tema: Arquiteturas SOA – WOA – REST

SOA – Service Oriented Architecture

segunda-feira, maio 9, 2011 Deixe um comentário

Vídeo bastante didático sobre aaplicação da arquitetura SOA, desenvolvido pela Teclogica.
Este vídeo foi inserido na apresentação do grupo, em sala de aula.

Arquiteturas SOA – WOA – REST

domingo, maio 8, 2011 8 comentários

Tecnologia: realidade aumentada em Aeroportos

segunda-feira, abril 11, 2011 Deixe um comentário

SÍNTESE GERAL SOBRE AS TENDÊNCIAS DA WEB 2.0

domingo, abril 10, 2011 Deixe um comentário

No projeto II – Princípios e Tendências da WEB, o professor Antonio Mendes distribuiu para cada grupo um princípio para ser estudado e a partir no mesmo realizar uma apresentação para a turma com a participação de todos os integrantes do grupo. Nosso tema trata da remixagem de dados.

Novas aplicações baseadas em tecnologias avançadas são disponibilizadas gratuitamente para diversos tipos de usuários possibilitando o acesso e o conhecimento a todas as gerações sem preconceito social, racial ou de classes. Para tal, precisamos entender como foi possível atingir esse cenário e quais as promessas de avanço nessa área.

Nos ano 1990 e 2000 surge a web 1.0, considerada a web dos documentos, ou seja, a web só para ler, cuja estrutura dominante era a de banco de dados hiper textos. A base eram os conteúdos centralizados pelos seus autores com canais de distribuição unilaterais, o que era facilitado pelas transações permitidas pela rede. Em 2000 surge a chamada web 2.0 responsável por uma mudança significativa na forma de como os conteúdos são colaborativamente criados, modificados, copiados, etc. pelos usuários da web. O avanço não para desde 2005 quando a web foi rotulada como 2.0, Hoje proliferam na rede nomes usando siglas tais como: web 1.0, web 2.0, web 3.0, web 4.0, web X.0. Em relação ao seu uso temos denominações do tipo: brochuware, web social ou participativa, web em tempo real ou web das coisas.

Neste cenário de tantas mudanças percebemos a dificuldade de nos situarmos e de acompanharmos em tempo real a evolução da internet. Apesar de se tornar cada vez mais usada e necessária é possível prever que esse avanço está longe do fim.

O momento atual é marcado pela grande colaboração dos usuários com a difusão e co-criação do conhecimento. Abaixo estão as tendências da Web 2.0, marcada pela interação entre usuários-empresas.

Poder das massas: Co-criação do conhecimentos a partir das massas, inteligência coletiva.

Dados numa escala épica: O conhecimentos fica armazenado na rede mundial de computadores, centendas de petabytes acessíveis de qualquer lugar, à todos. A quantidade desses dados cresce exponencialmente.

Plataformas de remixagem e distribuição direta de dados: A web hospeda os dados dos usuários, que não ficam mais armazenados nos desktops. Criação de novos aplicativos através da junção de vários em um só.

Experiências ricas do usuário: Facilidade do usuário em acessar os dados de qualquer lugar, de vários dispositivos diferentes. O usuário passa a interagir mais com a web.

Software não somente num simples dispositivo: Os aplicativos são feitos para vários tipos de dispositivos fixos e móveis (computadores, celulares, tablets, etc), para que se possa usá-los em qualquer lugar, a qualquer hora.

Beta pérpetuo: O software é um serviço e está em constante desenvolvimento, não existem mais ciclos. Recebe atualizações e correções mais rapidamente, uma grande melhoria para os usuários, que também contribuem informando possíveis erros/falhas nos produtos.

Valorização da cauda longa: Produtos que são pouco procurados, com a web chegam a um numero maior de pessoas. No caso dos produtos digitais, o custo dos mais procurados é igual ao custo dos menos procurados.

Modelos leves e custos em escala: Conteúdos de fácil acesso, simples que ajudam o usuário. Quanto mais usuários, menor o custo.

MAPA CONCEITUAL: ERAS DA WEB

Atividade em grupo

Mapa conceitual relativo à postagem “Eras da Web e suas características”, produzido no Mindmeister. Clique para abrir e acompanhar as atualizações.

Atividade de Grupo

AS ERAS DA WEB E SUAS CARACTERÍSTICAS

Atividade em grupo

Web 1.0 e Web 2.0

A divisão da Web em eras através da nomenclatura Web 1.0 (2.0, 3.0, x.0 …) busca explicar o processo de evolução da difusão da informação na internet. Essa evolução mostra como o conteúdo é produzido e assimilado desde a década de 1990, onde a informação era difundida e não havia uma resposta do usuário àquele conteúdo, seja por falta de tecnologia, seja pelo foco das  empresas, portais de notícias, etc…


É fato, a web 2.0 mudou a forma como os usuários utilizam a Internet, seja pela interatividade e redes sociais, ou pelas diversas plataformas de serviços e facilidades oferecidas. As informações estão disponíveis o tempo todo e para todos. E antes o que era estático, tornou-se dinâmico. Quando falamos em tecnologia, as diferenças entre a web 1.0 e a web 2.0 são evidentes. Algumas características da Web 1.0 e sua evolução na Web 2.0:

Web 1.0 >> Web 2.0
Leitura >> Escrita
Empresas >> Comunidades / Pessoas
Páginas >> Blogs
Fios >> Wireless
Propriedade >> Compartilhamento
Ações na Bolsa >> Vendas Estratégicas
Netscape >> Google
Formulários >> Aplicativos
Publicidade >> Boca a boca
Pop-ups >> Viral

Simples, um site baseado no conceito Web 2.0 proporciona mais agilidade nos negócios e redução de custos, seja por meio de aplicações móveis, voIP ou até mesmo por cloud computing. Pode-se interagir cada vez mais com funcionários e clientes, utilizando ferramentas indispensáveis como: webmail, redes sociais, blogs ou podcasts.

Web 3.0

Em linhas gerais, definimos a Web 3.0, como a Web semântica, a Web que passa a dar sentido aos dados. Sistemas que conseguirão não só apresentar o dado ou informação, mas dar contexto a esse dado. sistemas mais inteligentes e dados que descrevem dados, essa é a Web 3.0. Como descrito neste vídeo, “a partir do momento em que os computadores entenderem o significado (semântica) além da sintaxe, teremos sistemas que passam a oferecer ajuda real aos seus usuários”.


Web X.0

A Web x.0 é a focada na conexão com a inteligência com envolvimentos crescentes com conhecimento e raciocínio da mesma forma com o social, baseadas em tecnologias e aplicações inteligentes que combinem e movam os dados sociais e semânticos além da própria web, colando-as nas mãos e na vida do dia a dia das pessoas.

Links de Exemplos para cada classificação da Web:

  • Web 1.0

Enciclopédias em versão online: http://www.britannica.com
Páginas de empresas, órgãos públicos, faculdades:
http://cromg.org.br
http://bdmg.mg.gov.br
http://ufmg.br
http://www.pucminas.br/
http://www.teknisa.com.br/
http://www.squadra.com.br/

  • Web 2.0

As redes sociais:
http://www.orkut.com
http://www.facebook.com
http://last.fm
http://www.linkedin.com

  • Web 3.0

Web semântica:
http://www.hakia.com
http://siri.com

  • Web x.0

Tudo que ainda virá, através do aprendizado das máquinas:
http://www.qwiki.com
http://www.mygoya.de
http://siri.com

Princípio Plataforma de Remixagem

Com o avanço da web, houve um grande expansão e desenvolvimento de aplicações voltados para utilização em novos dispositivos que foram sendo criados, tais como IPads, HandHelds, SmartPhones, PDA etc.

Isso gerou uma nova necessidade, com a crescente criação de ferramentas para essas aplicações, surgiu a chamada nuvem que as armazenam de forma que cada vez mais suprem a necessidade de sistemas operacionais. Originando as plataformas de remixagem, e surgiram novos conceitos como os Mashup, Widgets, que juntamente com a interface API, criaram uma nova forma de interação entre usuário e aplicativos. Isso levou a várias vantagens, porque o usuário encontra em um único lugar com os mashups, conseguindo acessar informações no ambiente sem a necessidade de entrar em cada site, ganha velocidade no uso.

Esses pilares da nova web 2.0 tem uma base de criação inovativa e atual, com as tecnologias:

Rest and Soap: protocolos que facilitam a divulgação em meios de hipermídia. Ajax :Aumento significativo na velocidade do site – Quando estamos buscando apenas dados do servidor e atualizando apenas a uma parte específica do site, estamos economizando significativamente a banda utilizada do servidor, ainda mais quando temos um layout complexo e com muitas imagens. Melhor experiência do usuário – Um site projetado com os diversos recursos oferecidos pelo AJAX é um site rico, pois o AJAX explora muito bem os recursos que o browser disponibiliza, já que o JavaScript é uma linguagem client-side (lado do cliente). WebService: tras agilidade para os processos e eficiência na comunicação entre cadeias de produção ou de logística. Toda e qualquer comunicação entre sistemas passa a ser dinâmica e principalmente segura, pois não há intervenção humana.

Ao se juntarem, essas plataformas estão levando a novos conceitos de serviços web, que estão ajudando cada vez mais a inserção de novos usuários na nova era.

 

Atividade de Grupo

Plataformas de Remixagem e Distribuição Direta de Dados

sábado, abril 9, 2011 Deixe um comentário

 

Na apresentação feita aos colegas em sala de aula, resumimos o que são as plataformas de remixagem. São ferramentas que tornam a experiência de geração de conteúdo mais interesante, pois permite ao usuário utilizar fontes de vários sites e criar uma aplicação nova (Mashups e Widgets). Descrevemos um pouco das tecnologias por trás das ferramentas, e como elas rodam utilizando a nuvem e o navegador de internet. Um exemplo de aplicação  é a criação de bases de dados utilizando o GoogleMaps para localização, por exemplo do Netimóveis (http://www.netimoveis.com).